Ah garoto! (O Ivan diria isso) Chega de rotina. Hoje eu gostaria de apagar meu tópico de semana passada, mas se eu o tirasse, o que seria deste que agora escrevo? Mas também se me perguntassem na segunda passada o que eu iria fazer nos próximos seis meses, eu diria que estava tudo planejado, que seguira a mesma rotina de sempre. Ledo engano...
Semana de arquitetura, quem diria. Enfim a motivação está dando frutos. Um evento deste escalão tem a capacidade de unir as pessoas, de ser ele próprio o elo entre a escola e seus estudantes alheios, que são muitos. Muitos, mas que não têm voz, pois o zumbido que se ouve nos arredores é o do atrito das engrenagens dos seres pensantes daquele diretório (sim, atrito mesmo, nada de graxa, a gente pensa é com areia). E esse zumbido ecoa, como um urro de uma besta fera querendo se libertar das correntes da apatia e da alienação. Ainda falta muito para a besta completar seu despertar e por consequência despertar os que por ela são perseguidos, mas quem a alimenta sabe que este dia está para breve (tá, eu vi um trecho de O Senhor dos Anéis ontem, e isso deve ter estimulado minha imaginação).
E quem diria também, eu um monitor. Coitados os que resolveram fazer maquetes este ano. Espero que ninguém aprenda nada de errado comigo (que aprendam que o que faço não é certo, pelo menos).
ps.: Sobre o título, eu conheço sim a música e fiz uma adaptação, nada de me corrigirem, como eu costumo fazer com vocês!
terça-feira, 18 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
De volta pra rotina
Pois é, estamos aí mais uma vez, prontos pra outra. É isso mesmo, tudo se repete, mas você tem que mudar de alguma forma. Engraçado é perceber que seus compromissos se repetem, seus pensamentos, e seus sentimentos idem. Começo a pensar que não temos só uma vida, ou melhor, que a vida que temos, acabamos por vivê-la mais de uma vez.
Eu estou mudando, eu sei (eu acho). Olho para trás e vejo o que deixei (não foi muita coisa, mas me orgulho) e percebo que sou o Paulo, das coisas feitas pelo Paulo, e se ninguém se der conta, já não me importo, porque eu sei quem sou e o que fiz. É, está meio com cara de desabafo esse post, mas não chega a ser, acredite se quiser. É só a desconstrução da minha vida recente.
Insatisfação profissional é o que mais pesa na minha breve avaliação, mas estou começando a vida acadêmica agora, e só agora descobrindo os atalhos para ser feliz na faculdade. Não tento mais agradar a todos, todo o tempo. Dar-se valor é mais importante que ser gentil (às vezes), pelo menos em prol da sua felicidade. E hoje eu estou feliz.
Pô, esse blog tá virando um diário (mas só vou postar um por semana), que merda. Bom, mas pelo menos eu avisei no 'post' anterior. Vamos enveredar para outro assunto.
Por uma semana eu esqueci do futebol, desde a derrota do Flamengo no Uruguai que não vejo um lance de gol sequer. Por mais incrível que pareça (e é incrível mesmo), isso não me fez falta ainda. Tudo bem, eu joguei uma pelada no sábado, mas meus amigos de escola (sim, os do 2º grau) me acham tão perna-de-pau que me deu desgosto de ter jogado. Sou mesmo perna-de-pau, mas mereço um crédito. Enfim, o assunto não é futebol, mas a falta dele. Impressionantemente esta falta não me fez falta (bem vindo ao mundo de trocadilhos do Paulo. Seja esperto e tente compreendê-los.
Eu estou mudando, eu sei (eu acho). Olho para trás e vejo o que deixei (não foi muita coisa, mas me orgulho) e percebo que sou o Paulo, das coisas feitas pelo Paulo, e se ninguém se der conta, já não me importo, porque eu sei quem sou e o que fiz. É, está meio com cara de desabafo esse post, mas não chega a ser, acredite se quiser. É só a desconstrução da minha vida recente.
Insatisfação profissional é o que mais pesa na minha breve avaliação, mas estou começando a vida acadêmica agora, e só agora descobrindo os atalhos para ser feliz na faculdade. Não tento mais agradar a todos, todo o tempo. Dar-se valor é mais importante que ser gentil (às vezes), pelo menos em prol da sua felicidade. E hoje eu estou feliz.
Pô, esse blog tá virando um diário (mas só vou postar um por semana), que merda. Bom, mas pelo menos eu avisei no 'post' anterior. Vamos enveredar para outro assunto.
Por uma semana eu esqueci do futebol, desde a derrota do Flamengo no Uruguai que não vejo um lance de gol sequer. Por mais incrível que pareça (e é incrível mesmo), isso não me fez falta ainda. Tudo bem, eu joguei uma pelada no sábado, mas meus amigos de escola (sim, os do 2º grau) me acham tão perna-de-pau que me deu desgosto de ter jogado. Sou mesmo perna-de-pau, mas mereço um crédito. Enfim, o assunto não é futebol, mas a falta dele. Impressionantemente esta falta não me fez falta (bem vindo ao mundo de trocadilhos do Paulo. Seja esperto e tente compreendê-los.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Estréia
Como dizem as bichas, sucesso não nasce, estréia! Péssima referência para um blog de um futuro arquiteto, que acaba de nascer (o blog, não eu!) e que pretende ser levado a sério e conseguir bons frutos publicando seus vislumbres (esse sou eu).
Há tempos eu queria um espaço para conversar sozinho e ser ouvido (entenda-se por blog), mas faltou-me força de vontade. Quem sabe o que aconteceu neste ano de 2008 que me motivou a fazê-lo? Eu? Não sei de nada ainda, só estou aproveitando o momento e usufruindo da motivação que baixou-me à cabeça.
Ainda duvido do que eu possa realmente incluir às páginas deste futuro blog, mas quem sabe eu possa me dar umas sugestões...
- coisas como avaliações pessoais de fatos relevantes ao resto do mundo, bem como de assuntos relevantes para mim mesmo podem aparecer;
- sugestões decorrentes dessas avaliações;
- queixas do dia-a-dia (e isso dá bastante pano pra manga);
- relatos emocionais, quem sabe?
Ah, sim, o título. Por que "deconstrução"?
Resposta : Pode parecer simples a explicação (e é mesmo!) mas é complicada (complicado é explicar por que não é simples). A razão se dá primeiramente do fato de já haver um blog chamado Desconstrução (e isso é simples), então tirando-se o "s", não perdemos o sentido da palavra (tá, talvez a palavra nem sequer exista, mas certamente você a entendeu) e o objetivo do blog é evidenciado. Proponho uma desconstrução de todos os assuntos postos em evidência aqui, e essa desconstrução virá acompanhada da compreensão de meus pensamentos por vocês (cada etapa que tomei) e também por mim mesmo, se eu tiver sorte. Ah, sim, o nome também pode ser uma alusão à minha vocação para a vida, afinal sou um sujeito 'de construção'!
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